sexta-feira, 4 de novembro de 2011

" Pois faço uma prece, hei de repeti-la até que minha língua endureça; 
Catherine Earnshaw, que não encontres a paz enquanto eu estiver vivo! 
Disseste que te matei, assombra-me então! Os mortos costumam 
assombrar os seus assassinos. Acredito, sei que andam 
almas penadas pela terra. Fica comigo para sempre, 
toma a forma que quiseres, enlouquece-me! 
Mas não me deixes neste abismo onde não te posso encontrar! 
Oh, meu Deus! É inexprimível! Não posso viver sem a minha vida! 
Não posso viver sem a minha alma!"



O Morro dos Ventos Uivantes

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